Talvez
alguns desavisados, nesse momento, diante da afirmação anterior, perplexos,
perguntem-se: Ora, mas desde quando é a empresa uma instituição educativa?
Pode-se
dizer que, tirando-se os diferentes objetivos, de certa forma, desde sempre. Ou
seja, as empresas não são os seus prédios, as suas máquinas, etc.: são as
pessoas.
Nesse
sentido, para que as empresas sobrevivam é necessário que as pessoas que dela
fazem parte possam ser capazes de aprender não somente pensamentos, mas também
a pensar, o que implica serem capazes de:
1-
Gerarem mudanças significativas;
2-
Criarem soluções criativas;
3-
Produzirem riquezas;
4-
Resolverem múltiplos e diversos problemas inusitados que, diuturnamente, sempre
surgem nas mesmas.
Em
outras palavras, as organizações são ou devem ser o mesmo que escolas ou
universidades empresariais, embora muitos ditos líderes ainda não consigam
compreender.
As
empresas de hoje precisam de profissionais intelectualmente autônomos ou emancipados
e não mais meramente treinados como outrora, isto é, precisam estar vivas:
serem “time-space” (tempo espaço) de pesquisas e relações de
ensino-aprendizagem para não morrerem (ao ficarem analfabetas para o mercado).
Diante
desse cenário, surge aí então a necessidade do pedagogo empresarial.
Pergunta-se:
1-
Mas o que é a pedagogia empresarial?
2-
Qual é ou deve ser a função do pedagogo empresarial dentro das organizações?
Essas
são algumas das muitas e importantes questões que levantaremos e responderemos
ao longo deste trabalho.

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