segunda-feira, 7 de março de 2016

SEGREDOS DA PROSPERIDADE

(A5, 132 P.) - “Segredos da Prosperidade” é uma obra de educação financeira, libertadora, na medida em que, ao mesmo tempo em que aborda historicamente a natureza catastrófica dos processos de exclusão socioeconômica, produzidas pela ética imperialista do capital, ensina-nos a criar ferramentas para se poder superá-la sem, no entanto, contribuir para o aumento dessa mesma exclusão.
Ou seja, enquanto muitos outros autores dessa área fingem não querer enxergar o caráter perverso do capitalismo, no que se refere à ética da concentração de riquezas cada vez mais nas mãos de poucos, provocando a exclusão social, defendendo o Individualismo e a Meritocracia; defendendo a teoria do acúmulo de capital; defendendo a busca do lucro a qualquer preço, esta obra faz exatamente o contrário, ou seja, defende a superação da ética capitalista; a superação da exclusão, a partir da renovação do entendimento de como se processa essa exclusão e do desenvolvimento de ferramentas para poder enfrentá-la rumo à prosperidade.
Enquanto os defensores do capitalismo selvagem entendem a prosperidade sob a ótica do acúmulo e da concentração de capital cada vez mais nas mãos de poucos, esta obra, todavia, defende a prosperidade no sentido de se “trabalhar para aprender”; no sentido de se “fazer o que se gosta”; ou então no sentido de se “aprender a gostar do que se faz e assim fazer melhor”; no sentido de “libertação da escravidão do consumo”; no sentido de se “criar investimentos para poder alcançar a independência financeira sem, entretanto, concentrar capital”; no sentido de se “ajudar os outros a se libertarem da escravidão do capitalismo também”.
Em outras palavras, seria o mesmo que poder curar-se do veneno da picada de cobra a partir do soro feito do veneno da própria cobra. Isto é, poder superar os processos de exclusão social e econômica do capitalismo, tanto individuais quanto coletivas, a partir do entendimento de como funciona o capitalismo e do desenvolvimento de ferramentas para poder não somente suportá-lo, criando mecanismos de defesa, mas também ferramentas para poder encará-lo de frente, enfrentá-lo, superando-o.
Trata-se, portanto, de uma obra que defende a prosperidade e ao mesmo tempo a retomada dos processos de humanização e de fraternidade; a retomada dos processos de respeito a si e ao outro; de respeito às diferenças; de retomada dos processos de preservação da vida no planeta; de retomada dos processos de crescimento autossustentáveis; de retomada dos processos de equidade social e econômica.
Nesta obra, poder prosperar; poder superar a exclusão é tão importante quanto humanizar-se; tão importante quanto poder se emancipar intelectualmente. Aprender a não se conformar com esse mundo; Aprender a renovar-se e a renová-lo pela renovação do próprio entendimento sobre o que é a prosperidade, criando mecanismo de defesa e ação no enfrentamento da exclusão social e econômica, eis um dos principais objetivos desta obra.

PEDAGOGIA EMPRESARIAL - As organizações como espaço-tempo de ensino-aprendizagem


(a5, 104 p.) - É correto dizer que, no mundo de hoje, alvorecer do século XXI, a empresa que não aprende nem cria novos conhecimentos, isto é, que não coloca os seres humanos que dela participam em situações interativas e dialógicas constantes de ensino-aprendizagem, está destinada a morrer.
Talvez alguns desavisados, nesse momento, diante da afirmação anterior, perplexos, perguntem-se: Ora, mas desde quando é a empresa uma instituição educativa?
Pode-se dizer que, tirando-se os diferentes objetivos, de certa forma, desde sempre. Ou seja, as empresas não são os seus prédios, as suas máquinas, etc.: são as pessoas.
Nesse sentido, para que as empresas sobrevivam é necessário que as pessoas que dela fazem parte possam ser capazes de aprender não somente pensamentos, mas também a pensar, o que implica serem capazes de:
1- Gerarem mudanças significativas;
2- Criarem soluções criativas;
3- Produzirem riquezas;
4- Resolverem múltiplos e diversos problemas inusitados que, diuturnamente, sempre surgem nas mesmas.
Em outras palavras, as organizações são ou devem ser o mesmo que escolas ou universidades empresariais, embora muitos ditos líderes ainda não consigam compreender.
As empresas de hoje precisam de profissionais intelectualmente autônomos ou emancipados e não mais meramente treinados como outrora, isto é, precisam estar vivas: serem “time-space” (tempo espaço) de pesquisas e relações de ensino-aprendizagem para não morrerem (ao ficarem analfabetas para o mercado).
Diante desse cenário, surge aí então a necessidade do pedagogo empresarial.
Pergunta-se:
1- Mas o que é a pedagogia empresarial?
2- Qual é ou deve ser a função do pedagogo empresarial dentro das organizações?
Essas são algumas das muitas e importantes questões que levantaremos e responderemos ao longo deste trabalho.

A ARTE DE LIDERAR - Quebrando paradigmas; criando novos conceitos

(a5, 150 páginas) - Um líder, dentro de uma organização (ou não) pode ser também um chefe, mas, as meras funções de um chefe, segundo conceitos de liderança pós-moderna, nem de longe devem ser confundidas com as de um líder, por uma simples razão:
“Chefe é a pessoa que – 1- dotada de autoridade institucional ou organizacional; 2- dotada do poder de mandar e/ou exigir obediência; 3- encarregada de uma tarefa ou atividade qualquer – comanda uma ou um grupo de pessoas.”
Ou seja, segundo o que pensam grandes especialistas em gestão do séc. XXI, para ser gerente, gestor, e mesmo empreendedor, são necessárias não somente as capacidades e/ou experiências de um chefe, mas também as habilidades, competências e/ou inteligências de um líder. Pergunta-se então: Mas o que vem a ser um líder e/ou exercer liderança?
Essas são algumas das importantes questões que estudaremos e responderemos ao longo deste trabalho.
Na parte I, partindo de antecedentes históricos filosóficos, passando pelo final do séc. XX, e chegando ao XXI, dita hoje era pós-moderna, chegaremos à definição de um conceito de líder e/ou liderança que esteja atrelado à ideia da necessidade do desenvolvimento de um novo perfil gestor e/ou gerencial.
Na parte II, complementando-se a I, apresentar-se-ão competências, habilidades e/ou capacidades que precisam ser desenvolvidas pelos líderes-gestores do séc. XXI.